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sex, 19 abr 2019 06:10

Coluna do Salame

Acompanhe de segunda a sexta as notícias do jornalista Edson Salame

Continua

O fiscal de rendas do estado João Guilherme Macedo, que entregou na terça-feira o DETRAN, que ele dirigia, vai continuar no cargo esperando a publicação do ato no Diário Oficial. Quando voltar à Sefa o funcionário João Aquino ficará respondendo, interinamente, pela direção do DETRAN.

QI

A nomeação de Macedo para o DETRAN foi uma enorme surpresa para todo o mundo. A curiosidade aumentou porque o diretor renunciante não era ligado ao setor e a nenhum partido político. O lugar de diretor do Departamento de Trânsito ressalte-se, é um dos mais cobiçados da máquina administrativa do estado, até porque é a segunda fonte arrecadadora, superada só pela Sefa.

Amizade

A Coluna, como sempre bem informada, explica como Macedo chegou a diretor geral do DETRAN: Em outubro, dias antes da eleição, o então candidato Helder Barbalho chamou João Guilherme, de quem é amigo há muito tempo, e disse-lhe que se fosse eleito governador queria que ele fosse diretor do Detran. Macedo, então, aceitou o cargo.

Esgotado

Cansaço foi a única causa do pedido de demissão do órgão de trânsito por Macedo. Durante o tempo em que ficou na função, Macedo, conseguiu, com muita habilidade restabelecer o bom relacionamento do sindicato dos funcionários com cuja direção fez uma proveitosa reunião no início do mês.

Aumentou

Numa atitude eminentemente política, mas de qualquer modo elogiável, Helder anunciou que vai aumentar o valor do Cheque Moradia, incluindo nele o valor da mão de obra, ou seja, o estado passará a pagar não só o material de construção, mas, também, o valor dos serviços profissionais como os de pedreiros, encanadores e eletricistas.

Política é política

Na campanha para o governo do estado um dos programas criados por Simão Jatene, mais atacados pelo candidato Helder Barbalho foi o Cheque Moradia, denunciado ao MP e ao TRE, supostamente, por ter a possibilidade de influir no resultado eleitoral. Pois bem, como língua não tem osso, o governador Helder Barbalho foi à COHAB comemorar os 54 anos de criação da companhia, distribuindo, para os carentes, igual número, exatamente, de cheques moradias.

Passou dos limites

Ontem, a Cosanpa se superou, com folga, no mau serviço que presta aos seus consumidores. Depois de vários dias tendo o fornecimento interrompido algumas vezes por dia. Ontem, logo cedo a água voltou às torneiras dos moradores da Pedreira, embora imprópria para qualquer tipo de uso. Estava fedendo a chorume, que é o liquido que escorre dos montes de lixo. Os consumidores tiveram que manter as torneiras fechadas.

Penúria

A economia dos municípios do Marajó está cada vez mais cambaleante. Um dos motivos foi a queda na pecuária marajoara que, sozinha, já abasteceu os talhos e mercados de Belém, com carnes e vísceras de gado. Um município como Salvaterra só produz abacaxi, cujas plantações são originais e não precisam nem de assistência técnica. Lá não há nem hortaliças, tanto que até a alface consumida pelos hóspedes da Pousada dos Guarás é levada de Belém pelo proprietário da casa, Tony Santiago.

Licitação

Foi conhecido ontem o resultado da licitação que indicou a empresa que vai recuperar a ponte Moju Cidade que foi parcialmente destruída pela colisão de uma balsa. É a Construtora A. Gaspar, que é do Rio Grande do Norte, mas já executou algumas obras em Belém, como conjuntos habitacionais de Cooperativas do extinto BNH. A empresa potiguar começou e deixou inacabado o Conjunto Império Amazônico.

Cinco meses

Este é o tempo que A. Gaspar se comprometeu para terminar a obra que custará algo em torno de R$ 105 milhões. A construtora tem em seu portfólio, também, a construção do elevado do Coqueiro no projeto do BRT.