Com todo o policiamento e ação do Ministério Público em todos os jogos de Remo e Paysandu, a SEEL, responsável pelo Mangueirão, tem uma despesa média de R$ 15 mil. É o que custa a recuperação do que é quebrado no estádio pelos torcedores, simplesmente pelo prazer de destruir. Os principais focos de destruição são nos banheiros, onde as louças são quebradas e as ferragens levadas.

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