Até a algum tempo, ou seja, quando começaram as negociações para que o imóvel passasse para a Igreja, os Barnabitas queriam que o terreno ficasse com as Obras Sociais de Nazaré, que é a entidade em que cujo nome estão os bens dos Barnabitas em Belém. O Arcebispo, D. Alberto Taveira, não concordou e exigiu que a escritura de compra e venda fosse feita em nome da Arquidiocese.

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