O governo federal por seu turno, por dificuldades financeiras ou por desinteresse com a companhia, cortou qualquer ajuda financeira. Hoje, a CDP tem duas fontes de renda: o terminal de Miramar, que já teve uma parte leiloada, e o Porto de Vila do Conde. Este, como em tudo na CDP, está abandonado pela diretoria, inclusive o acesso dos usuários que está quase cortado, devido a situação em que se encontra a estrada.

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