Há muito se ouve falar em tráfico de órgãos no Marajó, que é tido como a área mais carente do nosso estado. Pouca gente, entretanto, acreditava. As primeiras notícias consistentes vieram da Igreja Católica, que desenvolve um intenso trabalho social nos municípios marajoaras, combatendo a prostituição infantil, alimentada, principalmente, por tripulantes de balsas que trocam sexo por uma pequena quantidade de óleo diesel, que no Marajó é combustível para lamparinas.

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