Aumenta a presença de indígenas venezuelanos que fogem, a pé, de suas terras até Roraima e, de lá, chegam a Manaus, Santarém e Belém. Afora os que já foram amparados pela prefeitura e moram em casas alugadas por ela, existe um grupo que está morando em uma pracinha na Avenida Romulo Maiorana, onde já fizeram uma fossa para receber dejetos. Agora, os venezuelanos estão ocupando as esquinas da cidade, pedindo esmolas e, o que é pior, acompanhados de crianças de colo.

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