A Cosanpa vive uma situação difícil, o que não é nenhuma novidade para seus funcionários e, muito menos, para os consumidores. A Companhia de Saneamento, como todas as suas congêneres no país, vive numa situação pré-falimentar. Todas estão na fila para serem privatizadas. A Cosanpa, segundo seu presidente, perde 48% da água tratada, as tarifas estão defasadas em 100% e está na época do reajuste salarial de seus empregados. O governador Helder Barbalho, que na campanha dizia que o estado não venderia a Cosanpa, liberou R$ 150 milhões para obras emergenciais, considerando o estado da empresa e, sobretudo, que o saneamento exige muito dinheiro. A verba liberada é um pingo de água no oceano.

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