O estado deveria explicar porque, mesmo com a proibição de balsas navegarem a noite pelo trecho do rio da ponte acidentada, nunca nenhum órgão, nem estadual, nem federal, nem a própria Capitania dos Portos, autora da restrição, fiscalizou a ordem. Uma moradora da cidade de Moju disse a uma estação de TV que as embarcações sempre navegaram pelo rio nesse horário.

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