Quando deu a primeira entrevista depois que a ponte do Moju caiu, o governador Helder Barbalho garantiu que o estado faria tudo para evitar os transtornos criados ao cidadão comum. Por enquanto, porém, a confusão é geral para transpor o rio Moju: os caminhoneiros amanhecem e dormem na vila esperando a balsa para levá-los de um lado ao outro. Teve um motorista de uma empresa de Castanhal que chegou à fila às 6h30 e só conseguiu vaga na balsa às 23h30.

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