Enquanto os pecuaristas do Sul e Sudeste do estado têm que conviver com as invasões de suas propriedades, os do Marajó não conseguem que a Polícia contenha de uma vez por todas o furto de gado já considerado uma questão cultural. Os ladrões abatem o gado no campo, retalham as peças e mandam para vender nos bairros da periferia de Belém. Uma nova quadrilha foi presa, na semana passada, em Cachoeira do Arari.

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