É comovedor ver a resistência dos grupos de bois-bumbás do interior para não deixar morrer a tradição. Geralmente os poucos recursos financeiros aplicados na brincadeira são oriundos de famílias ou de pessoas idosas. A turma jovem não tem mais interesse. Quem estava em Salinas nas festas juninas no ano passado, pode ver um boi de São João de Pirabas, município pobre que tem que se apresentar em Salinas para arranjar alguns trocados, dados por famílias de Belém que tem as casas visitadas em troca de, normalmente, R$ 20,00.

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