A sede da Academia Paraense de Letras continua atraindo os ladrões. Se não fossem os vigias pagos pelo presidente Alcyr Meira, os lunfas já tinham carregado o pouco de valor que o prédio da João Diogo ainda possa ter no seu interior. Mesmo sob vigilância, já houve duas tentativas dos bandidos de arrombar a sede da APL.

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