A demissão mais rápida no serviço público aconteceu na Secretaria de Cultura. Um técnico que trabalhou no governo passado, sob contrato, foi nomeado para um cargo pela secretária Úrsula Vidal. No dia seguinte foi à Secult trabalhar e lá soube que havia sido demitido através de uma ordem dada por telefone à secretária. Dormiu nomeado e acordou desnomeado como dizia o vereador Gonçalo Duarte.

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