Muita gente pensou que o rio Paraopeba que está morto com a lama que vazou da Barragem Córrego do Feijão, em Brumadinho, é o mesmo que passa no município paraense que lhe dá o nome. O mineiro é outro. O nosso, que nasce em Marabá e a grafia é Parauapebas, está praticamente condenado pela retirada de areia e do abate de árvores próximas à sua nascente.

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