Aliás, a situação financeira da CDP é crítica desde o inicio de 2018, agravada com os custos gerados pelo afundamento do Heidar e com as perdas de ações na justiça do Trabalho. O principal porto dela, que é o de Belém, não tem movimento de carga. O de Vila do Conde foi praticamente abandonado, tanto que as vias que o acessam estão intrafegáveis. O porto de Miramar que é um terminal de produtos de petróleo está quase para não receber navios, porque não é dragado há décadas.

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