Como é seu dia a dia como sommelier?

De imersão total no meu trabalho. Estudo, faço degustações, faço pesquisas e contatos com importadoras de vinho. Esse é um trabalho dinâmico e envolvente. E à noite, geralmente estou no salão do Le Bistrot indicando, abrindo garrafas, contando histórias sobre vinho, enfim, tendo contato com os clientes. Essa é a parte mais gratificante.

Qual o tipo de vinho mais vendido no Le Bistrot?

Nós temos um trabalho interessante com rótulos biodinamicos e orgânicos, principalmente da França. Atualmente o queridinho é o Château de Beaubois Expression Rosé

O Le Bistrot deve ter muitas histórias. Conte um pouco sobre quem frequenta o lugar.

Temos muitas histórias para contar. Nosso bistrot é bem aberto a todos, sem muito esnobismo. O serviço é franco e muito cordial. Recebemos artistas, políticos, empresários, apaixonados por vinho, pessoas muito interessantes. Gostamos muito de receber nosso vizinho, o Padre Paulo, da Catedral da Sé, que sempre escolhe pratos leves.

Quais são os seus vinhos preferidos?

Eu não tenho um vinho preferido, eu gosto de bons vinhos. Sou muito curiosa com relação a essa matéria. Claro que tenho alguns vinhos em minha memória que foram importantes para minha formação profissional e, também, vinhos raros que provei quando trabalhava na Itália, numa adega importante que funciona desde 1777. Lá o aprendizado foi muito grande e inesquecível. Para o dia a dia, vinhos bem feitos, honestos em preço e qualidade e, de preferência, orgânicos.

Além de um bom vinho, o que mais o Le Bistrot oferece aos seus clientes?

O Le Bistrot funciona dentro de uma casa linda de 200 anos, bem no coração do nosso centro histórico. A casa está super bem conservada e isso impressiona muito os clientes, essa beleza e a história. Nossos pratos são clássicos da cozinha de bistrot e, é claro, os vinhos, Nossa carta é exclusiva.

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